O reto é a parte final do intestino, e o ânus é a abertura por onde as fezes saem do corpo. Em algumas situações, uma parte do reto pode “escapar” para fora pelo ânus — e isso é chamado de prolapso retal.
Esse problema pode acontecer de duas formas:
Embora possa parecer assustador, o prolapso retal tem tratamento, e o médico pode indicar a melhor forma de cuidar disso dependendo do tipo e da gravidade do caso.
Neste artigo vamos explicar as principais causas e tratamento mais eficiente desta condição! Veja abaixo.

O tratamento do prolapso retal geralmente envolve a realização de cirurgia.
Isso porque, na maioria dos casos, o problema não se resolve sozinho e pode trazer desconforto, dificuldade para evacuar e risco de complicações.
O objetivo da cirurgia é recolocar o reto na posição correta e fortalecer os músculos ao redor, para evitar que o problema volte a acontecer.
Existem diferentes técnicas cirúrgicas, e a escolha depende de fatores como o estado geral de saúde do paciente, a gravidade do prolapso e outros detalhes que o médico avalia durante o acompanhamento.
Após o procedimento, a recuperação costuma ser boa, especialmente quando o paciente segue as orientações médicas quanto à alimentação, cuidados com o intestino e atividade física.
Por isso, ao perceber qualquer alteração ou desconforto, é fundamental buscar avaliação médica para definir o melhor tratamento.

Em João Pessoa, o Dr. Gabriel Garcia se destaca como um dos profissionais mais procurados para o tratamento de prolapso retal, oferecendo um atendimento técnico, humanizado e altamente resolutivo.
Formado em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e especializado em Coloproctologia pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Dr. Gabriel tem se dedicado ao cuidado integral de pacientes com doenças intestinais, como é o caso do prolapso retal.
Veja o que os pacientes dizem sobre o Dr. Gabriel Garcia:



Algumas causas do prolapso retal são:
É importante saber que o prolapso retal não é exclusivo de uma faixa etária específica — pode ocorrer em crianças, adultos e idosos.
A boa notícia é que, com o diagnóstico correto, existe tratamento adequado para cada caso.
Para evitar o agravamento, busque ajuda de um médico experiente no caso o quanto antes.
